Sinais de autismo em bebês e crianças: quando buscar avaliação

Atualizado em maio de 2026  |  Leitura: 3 min

Identificar os sinais de autismo (TEA) precocemente é o passo mais importante para garantir a intervenção na janela de maior impacto. Esta página reúne os principais sinais por faixa etária reconhecidos pela Associação Americana de Psiquiatria (DSM-5-TR) e pelo CID-11, contextualizados para o cenário brasileiro.

Atenção: a presença de um ou mais sinais não confirma o diagnóstico. A avaliação deve ser feita por profissional habilitado. Na dúvida, busque orientação — iniciar estimulação enquanto aguarda diagnóstico é sempre a decisão correta.

Sinais por faixa etária

6 a 12 meses
12 a 18 meses
18 a 24 meses
2 a 4 anos

Quem faz o diagnóstico de TEA no Brasil

O diagnóstico é clínico e multidisciplinar. Os profissionais habilitados incluem neuropediatra, psiquiatra infantil e psicólogo com formação em avaliação do neurodesenvolvimento. Fonoaudiólogos e TOs contribuem com avaliações complementares essenciais.

Criança com suspeita de autismo pode e deve começar terapia antes do diagnóstico formal. A estimulação precoce é sempre benéfica, independentemente do laudo.

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Perguntas frequentes

Com que idade aparecem os primeiros sinais de autismo?

Os sinais mais precoces surgem entre 6 e 18 meses: falta de contato visual, ausência de sorriso social e não responder ao próprio nome.

Quem faz o diagnóstico de autismo no Brasil?

Neuropediatra, psiquiatra infantil ou psicólogo com formação em neurodesenvolvimento. Fonoaudiólogos e TOs complementam com avaliações específicas.

Devo esperar o diagnóstico para iniciar a terapia?

Não. A estimulação deve começar assim que há suspeita clínica. Aguardar o laudo para iniciar a terapia pode custar meses preciosos da janela de neuroplasticidade.

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